Ao se aproximar de Cícero Lucena, Felipe Leitão esticou a corda e ela arrebentou. O movimento trata-se de um rompimento político com o grupo liderado por João Azevêdo, Hugo Motta e Adriano Galdino, além de criar um ruído pesado com o Republicanos.
Nos bastidores, a leitura é direta: Felipe abriu mão de construir consenso dentro da base majoritária e entregou de bandeja a chance de disputar com força real a presidência da Assembleia.
Visão de futuro exige cálculo frio. A jogada foi ousada, mas certas ousadias viram aposta alta. E dessa vez, o custo pode ser a cadeira mais poderosa do Legislativo estadual.
Felipe Diniz – Conectado com a notícia





